Albert Einstein (1879-1955)

Quero passar um weekend com vc
Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.
Sensivelmente levado a viver minha profundidade emocional.
As causas da minha insatisfação emocional são um verdadeiro
mistério.
A questão é e está em saber compartilhar, com humildade
e carinho...
tudo o que acontecer no relacionamento.Mas estou evitando as catarses e os confrontos! (EstA é uma pequena amostra dos meus PENSAMENTOS)
Estive eu ontem,
esperando umas mentiras-bem-dadas, umas-histórias-mau-contadas e
uma-surra-bem-dada ... mas sempre com meu velho espirito esportivo
vou muito além e passei ileso, sobrevivi ao 1° de abril!Como sempre tem uma porrada de vírus na rede deixei pra postar hoje!!
E Por isso, esteja atento tanto para não mentir como para não ser vítima de engano. Aproveite este fim de semana para se despir de máscaras e ilusões.
Texto de
Fernanda Young - Parte integrante do romance: “As Pessoas dos Livros”. Estou
apática. Ao meu redor sacolejam seres que acreditam em troços
estranhos.
Posso escrever. Posso me arrumar e ir até a rua, olhar pessoas que se
sacolejam e acreditam em coisas ditas naturais. Mas somente sinto, em mim,
um
sono grande. Bocejo. Um sono de cobertor gigante. Quero ficar embaixo
das
plumas
de ganso. Tão bem escondida quanto um cobertor gigante é
capaz de
esconder.
Parecerei, então, mais um travesseiro sobre a cama.
Debaixo de
outros gansos
mortos. Entre gansos mortos. Uma vez que os
travesseiros
também são macios. E
nunca irei disfarçar este tédio. É ele
que faz os meus
lábios serem tão bem
pintados. Sem tédio, eu não
conseguiria passar tanto
tempo sobrepondo tons de
vermelho, atrás da
exata cor do meu sangue. Eu sei
exatamente qual é o meu
vermelho. E
chamem-me de adolescente! Amanhã é o meu
aniversário. Todo dia é meu
aniversário. Cada vez mais longe da infância.
Não quero escrever um
livro para
ser lido. Gostaria de ter a coragem de
incendiá-lo. Fim de
não existir. Nada de
tolices e poesia. Mas este não é o
tom. O meu é
mais escuro ainda que aberto.
- Estava procurando por uma informação daqui de PrePru deparei-me com um: